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Home » Para o seu negócio » Quebra de caixa: o que é, como calcular e dicas para evitar

Quebra de caixa: o que é, como calcular e dicas para evitar

A quebra de caixa ocorre quando uma empresa não tem recursos financeiros para cobrir suas obrigações imediatas, mas pode ser evitada com uma boa gestão do fluxo de caixa e planejamento. Saiba mais!

César Willian por César Willian
17 de março de 2025
Tempo de leitura: 7 min.
Mulher analisando gráficos financeiros e usando calculadora, representando o conceito de quebra de caixa e controle de fluxo de dinheiro.

Neste artigo você vai ver

  • O que é a quebra de caixa?
  • Como funciona a quebra de caixa?
  • Principais causas da quebra de caixa
  • Como calcular a quebra de caixa?
  • Como evitar a quebra de caixa?
  • Precisando de crédito para organizar as finanças?

Imagine que sua empresa tenha tudo o que precisa para crescer, mas, no momento mais crítico, falta dinheiro em caixa para pagar contas e salários. Esse é o pesadelo de muitos empresários: a quebra de caixa.

Essa situação, que parece distante para alguns, pode ocorrer mais facilmente do que você imagina, comprometendo a operação do negócio e afetando sua reputação. A quebra de caixa é mais comum do que se pensa, e pode ser desencadeada por uma simples falta de gestão de fluxo de caixa.

Continue a leitura para entender o que é a quebra de caixa, como funciona, quais as principais causas, como calcular e como evitar.

O que é a quebra de caixa?

A quebra de caixa ocorre quando uma empresa enfrenta um desequilíbrio financeiro temporário, onde o saldo de caixa disponível não é suficiente para cobrir suas obrigações imediatas, e isso pode acontecer mesmo que a empresa tenha recebíveis a longo prazo ou ativos que possam ser vendidos.

O problema surge quando há diferimento entre o recebimento das vendas e os pagamentos de curto prazo, como salários, fornecedores ou impostos.

Esse fenômeno não deve ser confundido com a falta de lucratividade, pois a empresa pode ser rentável, mas enfrentar problemas para acessar recursos líquidos para honrar suas dívidas de curto prazo.

Como funciona a quebra de caixa?

A quebra de caixa acontece quando a empresa se depara com uma situação em que as saídas de caixa são maiores que as entradas, resultando na falta de recursos para honrar compromissos financeiros imediatos.

Em termos simples, a empresa não tem dinheiro suficiente no caixa para cobrir suas obrigações de curto prazo, como o pagamento de fornecedores, salários ou impostos, mesmo que tenha receitas a prazo ou ativos que poderão ser convertidos em dinheiro no futuro.

Além disso, a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) estabelece obrigações claras em relação ao pagamento dos salários dos funcionários.

A empresa é obrigada a pagar os salários até o 5º dia útil do mês seguinte ao mês trabalhado, e caso o caixa da empresa não seja suficiente para cumprir essa obrigação, pode ocorrer o atraso no pagamento de salários, o que resulta em problemas legais graves, como multas trabalhistas ou até ações judiciais por parte dos funcionários.

Você também pode gostar destes conteúdos:

👉 Guia completo: índice de lucratividade

👉 Guia completo sobre política de crédito

👉 Como fazer uma estrutura financeira para sua empresa?

Principais causas da quebra de caixa

A quebra de caixa pode ser causada por uma série de fatores, desde a falta de planejamento financeiro até problemas estruturais no negócio, e é essencial entender as principais causas para poder evitá-lo.

Vendas a prazo sem controle adequado

Uma das principais causas da quebra de caixa é a prática de realizar muitas vendas a prazo sem um controle eficiente sobre os prazos de pagamento e as condições de recebimento.

Ou seja, quando a empresa vende produtos ou serviços e não recebe na hora, isso pode criar um descompasso entre a entrada de dinheiro e a obrigação de pagar contas imediatas.

Falta de controle financeiro e de fluxo de caixa

Empresas que não realizam um planejamento financeiro corretamente ou não acompanham suas entradas e saídas de dinheiro regularmente, correm o risco de não perceber a falta de liquidez até que seja tarde demais.

Essa gestão inadequada de não registrar corretamente as despesas e receita pode levar a desequilíbrios e dificuldades financeiras.

Custos operacionais elevados

A elevação dos custos operacionais da empresa é outro fator que contribui para a quebra de caixa, ou seja, se os gastos fixos e variáveis não forem bem controlados, isso pode consumir rapidamente o capital de giro da empresa.

Ciclos de produção ou vendas longos

Empresas que dependem de ciclos de produção ou vendas longos podem enfrentar problemas de liquidez caso o retorno do investimento seja mais demorado.

Negócios que envolvem a fabricação de produtos ou que possuem prazos prolongados de produção e entrega podem não gerar receitas imediatas, o que pode afetar o caixa da empresa.

Estoque excessivo e imobilização de recursos

Quando a empresa tem um estoque alto de produtos que não tem uma boa saída no mercado, faz com que o capital de giro fique imobilizado, o que gera falta de dinheiro para cobrir outras obrigações essenciais.

Além disso, o descontrole de estoque pode levar a perdas de mercadorias, aumentando os custos de operação e reduzindo a margem de lucro da empresa.

Atraso nos pagamentos de clientes

A falta de política de cobranças eficazes pode levar a um acúmulo de recebíveis, agravando a quebra de caixa; por isso, é importante implementar estratégias de cobrança claras e eficientes, como o uso de descontos por pagamento antecipado ou a renegociação de prazos com os clientes.

Como calcular a quebra de caixa?

Calcular a quebra de caixa é uma forma de entender o descompasso entre as entradas e saídas de dinheiro de uma empresa, ajudando a identificar o quanto a empresa está precisando de liquidez para cobrir suas obrigações financeiras imediatas. Veja abaixo como calcular:

Levante as entradas e saídas de caixa

  • Entradas de caixa: todos os valores que entram no caixa da empresa, como recebimentos de vendas, empréstimos, investimentos recebidos e ações de cobrança.
  • Saídas de caixa: todos os compromissos financeiros que a empresa precisa pagar, como salários, fornecedores, impostos, aluguel e outras despesas operacionais.

Calcule o saldo de caixa disponível

O saldo de caixa é a diferença entre as entradas e saídas de caixa no período considerado.

Saldo de caixa = entradas de caixa – saídas de caixa

Se o saldo for positivo, a empresa possui liquidez para cumprir com suas obrigações e caso contrário é um sinal de que a empresa não tem dinheiro disponível para pagar suas dívidas, ou seja, está passando por quebra de caixa.

Identifique o valor da quebra de caixa

Se o saldo de caixa for negativo, você pode calcular a quebra de caixa. O valor da quebra de caixa será o montante necessário para equilibrar o fluxo de caixa e garantir que a empresa possa honrar suas obrigações financeiras.

Quebra de caixa = saídas de caixa – entradas de caixa

Exemplo de cálculo

Suponha que a empresa tenha o seguinte cenário:

  • Entradas de caixa no mês: R$ 50.000,00 (vendas e recebimentos)
  • Saídas de caixa no mês: R$ 70.000,00 (salários, fornecedores e outros custos)

Calculando o saldo de caixa:

Saldo de caixa = R$ 50.000,00 – R$ 70.000,00 = -R$ 20.000,00

Nesse caso a quebra de caixa seria de R$ 20.000,00, o que significa que a empresa precisa de recursos financeiros para cobrir essa diferença e evitar que as operações sejam afetadas.

Além disso, é crucial que a empresa esteja sempre monitorando o fluxo de caixa com regularidade para evitar situações de quebra de caixa.

A análise diária ou semanal pode ajudar a identificar problemas de liquidez mais cedo e permitir que ações corretivas sejam tomadas rapidamente, como renegociar prazos com fornecedores ou acelerar cobrança de clientes.

Como evitar a quebra de caixa?

A quebra de caixa é uma situação que facilmente pode ser evitada quando a empresa tem uma boa gestão financeira e boas práticas de controle de fluxo de caixa. Veja abaixo 5 dicas para evitar a quebra de caixa:

Planejamento e projeção do fluxo de caixa: utilize ferramentas de gestão financeira ou planilhas de fluxo de caixa para monitorar os fluxos de entrada e saída de forma regular;

Controle rigoroso das vendas e prazo e cobranças: crie alertas de vencimento de contas e tenha um controle rigoroso sobre os prazos de pagamento de cada cliente;

Negociação de prazos com fornecedores: ao renovar contratos ou ao fechar novos acordos, sempre busque flexibilidade nos prazos de pagamento com seus fornecedores;

Manter um capital de giro saudável: estabeleça uma meta para o seu capital de giro e mantenha uma reserva financeira para cobrir, pelo menos, três a seis meses de despesas operacionais;

Reduzir custos fixos e variáveis: realize uma auditoria interna para identificar custos desnecessários e elimine ou renegocie onde for possível.

Precisando de crédito para organizar as finanças?

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César Willian

César Willian

Especialista em Empréstimo Empresarial na Avanti Open Banking Aqui você encontra conteúdos sobre capital de giro, fluxo de caixa, indicadores financeiros e como encontrar o melhor crédito para o seu negócio.

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